quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Os "ricos" para Deus.

O único bem que possuímos de verdade e que vem de Deus:a própria vida. E isso também nos faz pensar em como é possível desperdiçar a vida por não reconhecer que sobre esse único bem nos serão pedidas contas. Ocorre que esta vida limitada de agora,Deus quer torná-la plena na eternidade. E recordar que a morte é o fim de nossa jornada terrena nos permite revisar os objetivos pelos quais lutamos.
O que apresentaremos a Deus,de nossas misérias e conquistas neste mundo,quando estivermos com ele face a face? O que ele resgatará de nossa vida?
Em outras palavras,qual o motor principal de nossa vida? O que move,o que orienta nossa passagem por este mundo? A vida que recebemos ao nascer,como a devolveremos para Deus? Cultivada com atitudes como a dedicação aos outros,a fraternidade,a partilha,a solidariedade,o amor? Ou desperdiçada na ilusória busca de riquezas e bens?
Quantos vivem em função do dinheiro,tudo orientando para a satisfação de desejos egoístas. O ensinamento de jesus,porém,passa longe da ganância e do desejo de riquezas e poder. Ninguém vive sem dinheiro,é verdade. E lutar por uma vida melhor e mais digna é fundamental.
Mas viver na ilusão das riquezas,considerando-as o essencial,é deixar passar a única oportunidade que temos para dar sentido á vida,nosso único bem verdadeiro.
Só é rico para Deus quem ajunta os valores que ele ensinou,os quais se resumem no amor ao próximo e na partilha. É assim que tornamos ricos para ele.
A felicidade plena que desejamos ter em Deus,na eternidade,começa aqui,na alegria de construir com os outros algo de bom. Porque, na lógica de Deus,pobre mesmo é quem não consegue partilhar.

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